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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Damiris revela frustração após queda no Rio, mas mira futuro no Corinthians

O mau desempenho da seleção brasileira feminina de basquete na Olimpíada do Rio de Janeiro é algo que vai demorar para sair da cabeça de jogadoras, comissão técnica e torcedores. O sonho de voltar a conquistar uma medalha olímpica após 16 anos, desta vez jogando em casa, deu lugar a uma campanha de cinco derrotas em cinco jogos, que resultaram na eliminação do Brasil logo na primeira fase do torneio, na última colocação de seu grupo.

Apesar das boas atuações individuais que teve nos Jogos, com uma média de 16,8 pontos, a ala-pivô Damiris Dantas não esconde o quão sofrido foi ter de voltar para casa mais cedo. Uma das poucas do time que se destacaram na competição, tendo sido cestinha do Brasil em dois dos cinco jogos disputados, a atleta de 23 anos conta que os dias seguintes à queda, que ela passou em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, ao lado da família, não foram fáceis.

– Fiquei muito chateada com o resultado. Cheguei em casa muito triste. Minha tia ficou muito preocupada comigo. Minha imunidade até baixou. Mas dá para tirar muitas lições disso. Sou nova. Tenho certeza que na próxima vai ser melhor. Tenho muita confiança nisso. E não posso perder o foco. É continuar trabalhando. Sei o que eu quero, sei o que eu posso e aonde quero chegar. Passou. Já estou em Americana treinando igual uma louca, descontando minha raiva aqui – brincou Damiris, que nesta semana se reapresentou no Corinthians/Americana para a próxima temporada.

Os primeiros minutos da seleção brasileira na Olimpíada foram animadores, com um bom primeiro tempo diante da forte equipe da Austrália. O time, porém, acabaria perdendo aquele jogo de estreia por uma diferença de quase 20 pontos e não venceria uma partida sequer no Rio de Janeiro.

– É complicado falar dessa Olimpíada. Não foi o que a gente esperava. A gente saiu de São Paulo com a expectativa muito alta, todas muito confiantes. Quando perdemos para a Austrália, nós vimos que dava para fazer bons jogos, ganhar dos times que estavam por vir. Fizemos um primeiro tempo muito bom, e isso motivou o time. Mas logo depois levamos quase 30 pontos do Japão. Tentamos buscar uma explicação, mas não conseguimos. O time encaixava no começo, mas depois desandava, e a gente não sabia o que fazer. A gente se perdia muito fácil, e as coisas começaram a sair do controle, tanto das jogadoras, quanto da comissão técnica, porque nada dava certo. Tudo que ele mandava fazer não dava certo – lembrou.

Nesta semana, a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) anunciou mudanças na seleção feminina. A exemplo do que aconteceu com Rubén Magnano no time masculino, o técnico Antonio Carlos Barbosa, comandante das meninas no Rio, não terá seu contrato renovado. Damiris se mostrou muito grata ao treinador e disse não ter uma opinião sobre seu substituto, que ainda não tem um prazo para ser definido. 

– Eu, particularmente, gostei muito de trabalhar com o Barbosa. Quando acabou a Olimpíada, nem deu tempo de me despedir, mas mandei uma mensagem, porque ele me ajudou muito. Sobre o sucessor, prefiro deixar com quem tiver que resolver isso. Eu vou estar à disposição da seleção sempre, independentemente de quem for o técnico. Tenho certeza que vão escolher a pessoa certa, no momento certo – comentou Damiris.

A jogadora espera que a seleção faça uma boa preparação nos próximos quatro anos, para chegar em Tóquio 2020 em uma situação melhor. Damiris revelou que deixou a Rio 2016 já pensando no novo ciclo e na próxima Olimpíada.
– Ainda não foi definido o novo técnico, mas a partir do ano que vem deve estar tudo resolvido para iniciarmos a preparação visando Tóquio 2020. Eu deixei o Rio pensando em como me preparar para a próxima Olimpíada e para as próximas convocações. Eu amo defender a seleção e tudo serviu de aprendizado. Agora sigo treinando forte em Americana e só devo me reapresentar na WNBA (liga americana) em abril de 2017 – falou Damiris, que pediu dispensa de sua equipe nos Estados Unidos em função de problemas pessoais no Brasil.

Texto e Fonte: Cairo Oliveira/Globo Esporte
Fotos: Sanderson Barbarini/Foco no Esporte

terça-feira, 17 de maio de 2016

Duas atletas de Americana são convocadas para o Mundial Sub-17 de Basquete

Rio de Janeiro – A técnica da Seleção Brasileira Sub-17 Feminina, Anne Freitas Sabatini, convocou, nesta terça-feira (dia 17), as 14 jogadoras que iniciarão os treinos para o Campeonato Mundial da categoria, de 22 de junho a 2 de julho, em Zaragoza, na Espanha. A apresentação está marcada para o próximo dia 29, às 13h de Brasília, na Arena Olímpica de São Sebastião do Paraíso, no interior de Minas Gerais, local de treinamento até a data do embarque no dia 19 de junho.

Duas atletas nascida em Americana, fazem parte do grupo. A ala-armadora Izabela Nicoleti e a ala-pivô Geassamyne Germano.

O Brasil caiu no grupo “D” do Mundial e irá enfrentar na primeira fase as seleções de Mali (22), Portugal (24) e Espanha (25). A chave “A” é formada por Canadá, Japão, Letônia e Nigéria. Na “B” estão Austrália, China, França e México. O grupo “C” é composto por Coreia, Estados Unidos, Itália e República Tcheca.

"Nosso primeiro objetivo é conquistar a melhor posição possível na primeira fase. A Seleção Sub-17 do Brasil é formada um bom grupo e possui boas jogadoras em cada posição. Qualquer vitória será importante para conquistarmos nosso objetivo que é estar na reta final", analisou Anne.

Na segunda fase, no dia 27 de junho, a Seleção Brasileira terá como adversário uma das quatro seleções do grupo “C”: Coreia, Estados Unidos, Itália e República Tcheca. A partir dessa fase, somente os vencedores continuam na disputa por medalhas e pelo título.

Os grupos

“A”: Nigéria, Letônia, Japão e Canadá
“B”: Austrália, França, China e México
“C”: Estados Unidos, Itália, República Tcheca e Coreia
“D”: Espanha, Brasil, Mali e Portugal


Forma de Disputa

De acordo com o regulamento, na primeira fase, as equipes se enfrentam nos seus respectivos grupos. Todas as seleções se classificam para as oitavas de final, que terá eliminação simples. Nessa fase, as seleções de “A" jogam contra as de "B" e as de "C" com as de "D". Os vencedores disputam as quartas de final (1º a 8º lugares) e os perdedores de 9º a 16º lugares. Nesse formato todas seleções irão disputar sete jogos durante o Mundial.

SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-17 FEMININA
Nome – Posição – Idade – Altura – Clube – UF

Brenda Barros da Silva – Pivô – 16 anos – 1,84m – Instituto Mangueira do Futuro (RJ) – RJ
Clarissa Fernandes Carneiro – Armadora – 16 anos – 1,78m – Presidente Venceslau (SP) – SP
Emanuely de Oliveira – Ala – 16 anos – 1,80m – AD Criciúma/SATC (SC) – SC
Gabriela Sales Ferreira Alves – Ala – 16 anos – 1,80m – ADC Bradesco (SP) – SP
Geassamyne Germano – Ala-Pivô – 17 anos – 1,81m – Carolina Waves (EUA) – SP
Geovana Fonseca Lopes – Pivô – 17 anos – 1,89m – Presidente Venceslau (SP) – SP
Isadora Alves Cardoso Souza – Armadora – 15 anos – 1,70m – ADC Bradesco (SP) – SP
Izabel França Varejão de Angelo – Pivô – 16 anos – 1,90m – Carolina Waves (EUA) – ES
Izabela Nicoletti Leite – Ala-Armadora – 16 anos – 1,80m – Carolina Waves (EUA) – SP
Júlia Zandonai Schmauch – Ala – 16 anos – 1,80m – ADC Bradesco (SP) – SC
Licinara Rodrigues Bispo – Pivô – 16 anos – 1,84m – São José Desportivo (SP) – SP
Obalunanma Beatriz de Angelo Chukwmaeze Ugwu – Pivô – 17 anos – 1,83m – Carolina Waves (EUA) – SP
Raphaella Marciano da Silva – Pivô – 17 anos – 1,86m – Basketball Santo André (SP) – RJ
Sara Lúcia Carvalho de Souza Rodrigues – Ala-Pivô – 16 anos – 1,90m – Apage Bask Fig Guarulhos (SP) – SP
Média de idade: 16,2 anos
Média de altura: 1,82m

Comissão Técnica
Diretor: Vanderlei Mazzuchini
Coordenadora de Seleções: Adriana dos Santos Lopez
Administrador: Guilherme Lotufo
Técnica: Anne de Freitas Sabatini
Assistente Técnica: Vânia Paulette
Preparadora Física: Priscila Moreira de Souza
Médica: Dra. Lenita Machado Glass
Fisioterapeuta: Thayse de Melo Lins

Fonte e Foto: CBB

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Atletas do Corinthians/Americana se apresentam a Seleção Brasileira

A Seleção feminina de basquete abriu nesta segunda-feira em Campinas-SP a preparação para o Sul-Americano da Venezuela e também para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Desta vez, não houve boicote à convocação, mas o grupo ainda não está completo. Falta o trio da WNBA - as pivôs Erika, Clarissa e Damiris estão em pré-temporada nos Estados Unidos, com lugar cativo quando estiverem à disposição. 

Em busca de um lugar na lista final para as Olimpíadas, 15 jogadoras se apresentaram ao técnico Antonio Carlos Barbosa em um hotel no Cambuí. A delegação ficará na cidade ao longo da semana e treinará na Arena Concórdia. 

- É uma primeira etapa da nossa preparação, uma primeira convocação, um laboratório. Ainda não é uma convocação definitiva para as Olimpíadas. Obviamente que 80%, 90% do grupo deve permanecer para os Jogos. Vão entrar também as jogadoras da WNBA, que têm lugar cativo. Há também jogadoras que não foram chamadas, mas ainda podem aparecer. Tudo vai depender da performance desse grupo nos treinos e nos jogos oficiais até lá - disse Barbosa.

Das 15 atletas em Campinas, seis serão cortadas para as Olimpíadas, uma vez que Damiris, Erika e Clarissa já têm presença garantida entre as 12 escolhidas da relação final. O atual grupo conta com três atletas do Corinthians/Americana. As armadoras Babi Honório e Joice Cristina, além da pivô Gilmara Justino. Nomes experientes, como a armadora Adrianinha, de 37 anos, e a pivô Êga, de 38 também estão presentes. Com uma lesão no tornozelo, Adrianinha não chega nas condições ideais e provavelmente será preservada em alguns momentos. A ala Iziane, campeã da última LBF com o Sampaio Corrêa, é o principal destaque. Do Sampaio também vem a atleta mais nova: a ala Isabela, de 21 anos. 

Antes do Sul-Americano, entre 20 e 26 de maio, a seleção fará três testes contra a seleção de Cuba. Os amistosos estão marcados para os dias 12, em Recife, e 14 e 15, em Campinas. Depois, a delegação parte para a Venezuela para tentar manter a hegemonia continental. São 15 títulos consecutivos e 25 conquistas no geral. O torneio, que será disputado em Barquisimeto, classifica os quatro primeiros para a Copa América/Pré-Mundial de 2017, com três vagas para o Campeonato Mundial do ano seguinte. 

Texto: Gustavo Belofardi
Fotoso: Divulgação/CBB

sábado, 16 de abril de 2016

Três atletas de Americana são convocadas pra Seleção Brasileira

O técnico da Seleção Brasileira Adulta Feminina, Antonio Carlos Barbosa, convocou, nesta quinta-feira (dia 14), as 15 jogadoras que irão realizar a preparação para o 35º Campeonato Sul-Americano, que será realizado de 20 a 26 de maio, em Barsiquimeto, na Venezuela. O Brasil vai em busca do 26º título na competição e o 16º consecutivo invicto. O Sul-Americano classifica os quatro primeiros colocados para a Copa América / Pré-Mundial de 2017, que irá classificar três países para o Campeonato Mundial, em 2018.

“Nessa primeira convocação procuramos chamar as jogadoras que estão em melhores condições para esta competição, mas lembrando que não é definitiva para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Procuramos fazer uma lista enxuta e não muito ampla, com uma mesclagem de jogadoras jovens, outras que já vinham aparecendo nos ciclos anteriores e as mais experientes. O Sul-Americano não apresenta mais as facilidades das edições anteriores e não é o mesmo campeonato apresentado em outros anos. As equipes do continente evoluíram bastante”, disse o treinador brasileiro.

A Seleção Brasileira se apresenta no dia 2 de maio, às 12h de Brasília, em Campinas (SP), e realizará a preparação em dois períodos até o dia 17 de maio. Barbosa aproveitou para destacar os principais critérios utilizados na convocação para a disputa do Sul-Americano.

“Entre as convocadas teremos o retorno de jogadoras experientes e de minha confiança como as pivôs Kelly Santos e Êga. Elas possuem experiência e ainda estão em condições de jogar em nível internacional, além de serem importantes para o meu sistema tático. A armadora Adrianinha é indispensável para nossa equipe. Ela iniciou na seleção sob meu comando no Sul-Americano Juvenil do Equador (1996) e depois na Seleção Adulta no Sul-Americano do Brasil (1999) e no Pré-Olímpico de Cuba (1999)”, analisou Barbosa.

“De novidade temos as armadoras Joice Rodrigues e a Bárbara Honório, mas que já haviam trabalhado comigo no Sul-Americano Cadete do Equador (2001). Mantive também jogadoras que vinham no processo de renovação como Patrícia Teixeira, Tainá Paixão, Isabela Ramona e Tatiane Nascimento, além de mantermos outras que vinham bem na seleção ou que fizeram um bom Campeonato Nacional caso da Palmira, Jaqueline, Iziane, Nádia e Gilmara”, completou o técnico.

OBS: A Seleção Brasileira Feminina que disputará os Jogos Olímpicos Rio 2016, de 5 a 21 de agosto, será convocada na segunda quinzena de maio.

As oito seleções foram divididas em dois grupos de quatro. Na primeira fase jogam entre si nas suas respectivas chaves. As duas primeiras colocadas de cada grupo se classificam para a fase semifinal, nos seguintes cruzamentos: 1º A x 2º B e 1º B x 2º A. Os ganhadores disputam o título, enquanto os perdedores decidem o terceiro lugar.

Nome – Posição – Idade – Altura– Clube – UF

Adriana Moisés Pinto Mafra – Armadora – 37 anos – 1,70m – Uninassau / América de Recife (PE) – SP
Bárbara Generoso Honório – Armadora – 30 anos – 1,80m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Gilmara Justino – Pivô – 35 anos – 1,83m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Isabela Ramona Lyra Macedo – Ala – 21 anos - 1,80m – Sampaio Basquete (MA) – BA
Iziane Castro Marques – Ala – 34 anos – 1,82m – Sampaio Basquete (MA) – MA
Jaqueline de Paula Silvestre – Ala – 30 anos – 1,79m – Basketball Santo André (SP) – SP
Joice Cristina de Souza Rodrigues – Armadora – 29 anos – 1,76m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Karina da Silva Jacob – Pivô – 30 anos – 1,85m – Sampaio Basquete (MA) – RJ
Kelly Santos Muller – Pivô – 36 anos – 1,93m – Uninassau / América de Recife (PE) – SP
Nádia Gomes Colhado – Pivô – 27 anos – 1,95m – Sampaio Basquete (MA) – SP
Palmira Cristina Marçal – Ala –31 anos – 1,78m –Sampaio Basquete (MA) – SP
Patrícia Teixeira Ribeiro – Ala – 25 anos – 1,76m – Maranhão Basquete (MA) – SP
Soeli Garvão Zakrzeski (Êga) – Pivô – 38 anos – 1,88m – Maranhão Basquete (MA) – PR
Tainá Mayara da Paixão – Armadora – 24 anos – 1,72m – Uninassau / América de Recife (PE) – SP
Tatiane Pacheco Nascimento – Ala – 25 anos – 1,81m – Uninassau / América de Recife (PE) – SP

Média de Idade: 30,2 anos
Média de Altura: 1,81m

Administrador: Bruno Gomes de Valentin
Coordenadora de Seleções: Adriana dos Santos Lopez
Técnico: Antonio Carlos Barbosa
Assistentes técnicos: Cristiano Cedra e Júlio César Patrício
Preparador Físico: Clóvis Roberto Rossi Haddad 'Vita'
Fisiologista: Rafael Júlio de Freitas Guina Fachina
Médico: Dr. Jorge Luiz Fernandes Oliva Junior
Fisioterapeutas: Milena Perroni, Paula Hensel e Tatiana dos Santos Cardoso
Nutricionista: Mirtes Stancanelli
Massagista: Joyce Aparecida Tozetto

Apresentação
Data: 2 de maio
Horário: 12h de Brasília
Local: Campinas/SP

Data: 2 a 17 de maio
Local: Campinas/SP

Período: 20 a 26 de maio
Local: Barsiquimeto (Venezuela)

Fonte: CBB
Fotos: Foco no Esporte 

sexta-feira, 11 de março de 2016

Corinthians/Americana e Molina são multados por boicote à seleção feminina de basquete

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu, por unanimidade de votos, multar os clubes Corinthians/Americana, Santo André e América-PE e o dirigente Ricardo Molina, gestor do Corinthians, pelo boicote à seleção feminina de basquete em janeiro.
O América foi multado em R$ 6 mil, enquanto Corinthians e Santo André, em R$ 4 mil. Já Molina levou multa de R$ 5 mil. Ainda cabe recurso da decisão ao Pleno do STJD.
No mês passado, sete jogadoras - Gilmara, Joice (Corinthians), Jaqueline, Tássia (Santo André), Adrianinha, Tainá Paixão e Tati Pacheco (América-PE) - não atenderam à convocação do técnico Antônio Carlos Barbosa para um evento-teste da Olimpíada do Rio 2016.
Os clubes foram enquadrados nos artigos 191-III (deixar de cumprir ou dificultar o cumprimento de regulamento geral ou especial de competição) e 207 (ordenar ao atleta que não atenda à requisição ou convocação feita por entidade de administração de desporto, para competição oficial ou amistosa, ou que se omita, de qualquer modo) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
Molina por sua vez, foi punido com base nos mesmos artigos, mais o 243-B (constranger alguém, mediante violência, grave ameaça ou por qualquer outro meio, a não fazer o que a lei permite ou a fazer o que ela não manda) e o 243-C (ameaçar alguém, por palavra, escrito, gestos ou por qualquer outro meio, a causar-lhe mal injusto ou grave).
Fonte: Uol
Foto: Reprodução

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Resumo Esportivo - Basquete de Americana

VITÓRIA E DERROTA

E o Corinthians/Americana conseguiu arrancar uma suada vitória longe de seus domínios pela LBF. Jogando no Recife, as "mosqueteiras" venceram a primeira partida por 70 x 64. O  lado "negativo" da vitória foi a lesão da ala Chuca, mas explicaremos isso mais abaixo. No dia seguinte, veio o troco do América-PE, que venceu pelo placar de 90 x 67. Por jogar diante de um dos favoritos ao título, podemos dizer que Americana desempenhou bem o seu papel fora de casa, o segundo turno é outra história. Próxima partida do Corinthians/Americana acontece nos dias 15 e 16 de fevereiro(segunda  e terça-feira), diante de Santo André, no Ginásio Pedro Dell''Antônia, em Santo André, as 8 da noite

CHUCA PREOCUPA

Faltando menos de 2 minutos para o fim do jogo diante do América-PE, a ala Patricia "Chuca" se chocou com uma jogadora do América e ficou caída ao chão. Com dores no joelho e sem condições de andar, a atleta precisou de auxilio da comissão técnica para deixar do Sesc Amaro. A atleta foi ao médico nesta semana e foi pedido um exame de ressonância magnética para saber qual a gravidade de sua lesão. Esperamos que não seja nada grave!

REFORÇOS PODEM ESTREAR NA PRÓXIMA PARTIDA

As pivôs Katia Denise e Boulet já estão liberada para estrear com a camisa do Corinthians/Americana. As duas tiveram suas situações regularizadas pela CBB e LBF e estão a disposição do técnico Antonio Carlos Vendramini.

AMERICANA TERÁ JOGOS DECISIVOS EM CASA

Foi-se o primeiro turno e Americana divide a liderança da LBF com América-PE e Sampaio Corrêa. Neste segundo turno porém, as meninas de Americana definiram a liderança da competição em casa, isso porque, receberá os adversários em duelos que prometem serem de muita intensidade e nervosismo. Não fique fora dessa! Confira os jogos do Corinthians/Americana

Texto: Gustavo Belofardi
Fotos: Robson Neves e Divulgação

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Gestor lamenta postura de Clarissa

Ricardo Molina em entrevista nesta quinta-feira(07)
Após a pivô Clarissa, do Corinthians/Americana, furar o boicote do colegiado de clubes da LBF (Liga de Basquete Feminino) à CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e se apresentar à seleção brasileira na quarta-feira (6), o gestor do time americanense, Ricardo Molina, lamentou a atitude da atleta e destacou que ela pode sofrer consequências em função de não respeitar o contrato.

Para Molina, além de quebrar regras contratuais, já que o clube não era obrigado a liberar a atleta por não se tratar de um evento oficial, o principal reflexo é o clima no grupo, que foi de decepção com a atitude chamada por ele de individualista.


"A Clarissa veio aqui, treinou segunda, terça, não se manifestou e estava até aquela coisa de vai ou não vai (para a seleção), e na quarta de manhã foi quando ela não compareceu ao treino. Para a gente é triste, porque não condiz muito com o que é a Clarissa nestes cinco anos aqui" lamentou o gestor, que destacou o sentimento do grupo de atletas em relação à escolha da pivô. "Ela simplesmente virou as costas para um grupo, no meio de um campeonato, e foi para uma seleção", considerou em entrevista para a imprensa nesta quinta-feira (7).
Pivô resolveu "furar" ao boicote e se apresentou na Seleção
O dirigente disse ainda que não sabe quais serão os próximos passos em relação ao assunto, já que não conversou com a jogadora após sua apresentação à seleção e não sabe nem mesmo se a próprio Clarissa pretende voltar ao time de Americana. "Ela saiu. Vocês perguntaram para ela se ela quer voltar? Ela que está tomando uma iniciativa de ir e ficar. Ela tem um contrato vigente até o final da liga. Ela não está aqui e ninguém pediu para ela não estar aqui. Se ela não está, a gente vai ver o que vai fazer. A gente perde de uma hora para outra uma das melhoras jogadoras do Brasil, por que não a melhor e, sem dúvida nenhuma, a melhor remunerada do Brasil. Desestrutura totalmente um projeto de força que fizemos nos últimos meses", desabafou.


Segundo Molina, ao contrário do que alegam pessoas ligadas à CBB, a intenção do colegiado de clubes da LBF não é assumir o comando da seleção brasileira, mas sim participar das decisões, a fim de promover um melhor desempenho de suas atletas enquanto estiverem servindo ao time nacional. Para ele, os resultados ruins da seleção nos últimos anos prejudica as próprias jogadoras, que acabam respondendo por um desempenho abaixo do esperado e do que obtêm em seus clubes. "O que a gente queria era sentar junto com o departamento técnico da CBB para ver o que, juntos, a gente poderia fazer de melhor por um planejamento para as Olimpíadas, visando um melhor desempenho do basquete feminino. Se a seleção brasileira estivesse indo bem, a gente não teria feito isso", esclareceu o gestor, que revelou ter tentado conversar com dirigentes da CBB em diversas oportunidades, mas não foi atendido.



"Antes de tudo isso vir à imprensa, eu tomei a iniciativa de ligar para o presidente Carlos Nunes, para que os clubes pudessem se reunir e falar com ele sobre a seleção brasileira porque nós estamos tendo um campeonato de liga muito bacana, muito equilibrado, só que nós não estamos vendo isso representado na seleção brasileira", destacou o dirigente.



Por fim, ele afirmou que não vê o veto à convocação para um evento-teste da arena que será utilizada nos Jogos Olímpicos como um boicote, já que o clube, enquanto empresa, deve preservar seu patrimônio, já que, entre outros problemas, há inclusive o risco de lesões das atletas enquanto servem à seleção. "Não é boicote, é preservar o trabalho que a gente está fazendo. Eu não posso simplesmente ficar feliz quando alguém quer pegar seu funcionário e simplesmente não quer conversar sobre o funcionário", finalizou. 



O Corinthians/Americana segue em fase de preparação para a retomada da disputa da LBF, nos próximos dias 21 e 22, contra o time de Presidente Venceslau, ambos às 20 horas, no ginásio principal do Centro Cívico.


Fonte: Jornal o Liberal
Fotos: Marcelo Rocha/ O Liberal e Divulgação

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Resumo Esportivo - Basquete de Americana

CORINTHIANS VOLTA A QUADRA

Após 19 dias apenas treinando, o Corinthians/Americana volta a quadra pela 3ª rodada da LBF(Liga de Basquete Feminino). A equipe viaja ao Maranhão nesta quarta-feira(09) para enfrentar as equipes do Maranhão Basquete e Sampaio Correa nos dias 10, 11, 13 e 14 de dezembro respectivamente. Contra o Maranhão, as partidas acontecerão às 21:00. Já com o Sampaio, as partidas acontecerão às 11 da manhã no dia 13 e 21:00 no dia 14. Todas as partidas terá a transmissão da Rádio Esporte Web.

PIVÔ DAMIRIS SEGUE DE FORA

Para estas partidas, o técnico Antonio Carlos Vendramini não poderá contar com a pivô Damiris que segue em tratamento de uma lesão na canela. Aliás, começa a ser preocupante a situação da pivô americanenese. Ela já não pode estar em quadra na estreia da LBF e a última partida em que esteve em quadra, foi na 3ª rodada da primeira fase do Campeonato Paulista, no dia 18 de outubro.

RELACIONADAS

Quem estárá em quadra no Maranhão serão as armadoras Babi e Gretter, as alas Joice, Iza, Chuca, Karla e Gelis, além das pivôs Gil e Clarissa.

4 ATLETAS DE AMERICANA SÃO CONVOCADAS PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA

O técnico Luiz Augusto Zanon anunciou na última sexta-feira (4) a convocação da seleção brasileira feminina de basquete para o evento-teste dos Jogos Olímpicos Rio 2016 que acontece entre os dias 15 e 17 de janeiro A lista tem quatro jogadoras do Corinthians/Americana: a armadora Joice Rodrigues e as pivôs Damiris do Amaral, Clarissa dos Santos e Gil Justino. Porém, resta saber se as mesmas serão liberadas, haja visto, que os clubes da LBF resolveram boicotar a seleção e afirma de "pé junto" que nenhuma atleta da seleção será libera. Vamos aguardar os próximos capítulos


BASQUETE MASCULINO FICA COM O VICE NA ARB

O basquete masculino Sub-14 do Flamengo/Americana é vice-campeão da Série Prata do Campeonato da ARB (Associação Regional de Basquete). A equipe foi derrotada na final por 60 a 45 pela Associação Atlética Riopardense, na casa do adversário, na manhã deste sábado. Apesar de não ter conseguido o título, a equipe teve o ala Eduardo Franchi escolhido entre os três melhores atletas da competição. A partida teve como cestinha o atleta riopardense Pedro, com 25 pontos. Pelo Flamengo/Americana, o ala Eduardo Franchi dividiu a cestinha com o armador Vinicius Vicenti com 12 pontos. 

Texto: Gustavo Belofardi
Fotos: Divulgação

sábado, 5 de dezembro de 2015

Zanon convoca quatro atletas, mas Americana barra

Pivô Gil foi uma das atletas convocadas
O técnico Luiz Augusto Zanon anunciou nesta sexta-feira (4) a convocação da seleção brasileira feminina de basquete para o evento-teste dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A lista tem quatro jogadoras do Corinthians/Americana: a armadora Joice e as pivôs Damiris do Amaral, Clarissa dos Santos e Gil Justino.


Agora, resta saber se o treinador poderá contar com todas as atletas chamadas, uma vez que os clubes do País ameaçam boicotar a seleção por se sentirem desamparados pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete).


Há cerca de duas semanas, os únicos seis times da LBF (Liga de Basquete Feminino) prometeram que não cederiam mais suas atletas à seleção. O descontentamento com o tratamento dado ao basquete feminino por parte da gestão Carlos Nunes já vinha de anos, mas o estopim para o início do movimento foi a ausência de qualquer dirigente da CBB no evento de lançamento da LBF edição 2015/2016. O boicote é encabeçado pelo presidente do Corinthians/Americana, Ricardo Molina, que manteve sua decisão de não liberar as atletas para o evento-teste mesmo após a convocação. "Enquanto o departamento técnico da CBB não for representado pelos seis técnicos da LBF, Americana não vai ceder suas jogadoras. O verdadeiro basquete não pode ser representado por uma ou duas pessoas como é hoje", crava. 



O evento-teste do basquete, marcado para janeiro do ano que vem, não obriga, supostamente, os clubes a liberarem suas atletas por não se tratar de uma data prevista no calendário da Fiba (Federação Internacional de Basquete). A "guerra fria" já começa a gerar um mal-estar entre CBB, clubes e jogadoras, segundo Ricardo Molina. "Tem acontecido um terrorismo por parte de pessoas ligadas à CBB, que tem pressionado as atletas e ameaçando que se elas não forem, nunca mais jogarão basquete e terão punições. Se isso permanecer, os clubes vão solicitar os órgãos para que tomem providências legais quanto a esse assédio", denuncia o dirigente. 



A seleção brasileira feminina de basquete tem na agenda a disputa do evento-teste para o Rio 2016 entre os dias 15 e 17 de janeiro, contra as seleções da Austrália, Argentina e Venezuela. As partidas serão realizadas na Arena de Basquete no Parque Olímpico da Barra. Antes do evento, também estão marcados dois amistosos, contra Argentina e Austrália, nos dias 12 e 13 de janeiro, respectivamente, no Rio de Janeiro. COM AGÊNCIA ESTADO


Fonte: Jornal o Liberal
Foto: Divulgação

terça-feira, 24 de novembro de 2015

BOMBA! Americana decide boicotar seleção!

Insatisfeito com o descaso da CBB (Confederação Brasileira de Basquetebol) com o basquete feminino, o Corinthians/Americana decidiu não ceder temporariamente suas atletas para a seleção brasileira. De quebra, o clube americanense ainda propõe um boicote coletivo aos outros times que disputam a LBF (Liga de Basquete Feminino).


A medida, polêmica, ocorre faltando menos de um ano para os Jogos Olímpicos Rio 2016. 

A "guerra fria" entre os clubes com a entidade que os representa já vem de longa data, mas teve como gota d'água a festa de lançamento da temporada 2015/2016 da LBF ocorrida na semana passada em São Paulo, quando nenhum membro da CBB ou da seleção brasileira marcou presença. A competição foi iniciada na última sexta-feira com o duelo entre Corinthians/Americana e Santo André, que se repetiu no sábado, e ambos foram "ignorados" pela alta cúpula do basquete nacional, que não enviou nenhum representante ao ginásio Mário Antonucci, no Centro Cívico.

Para piorar, também neste fim de semana, o presidente da CBB, Carlos Nunes, foi visto no evento-teste de tênis de mesa para os Jogos Olímpicos, o que gerou revolta entre os fãs do basquete feminino. Para eles, seria uma prova de que o dirigente estaria mais preocupado com outras modalidades do que com o próprio basquete. Indignado com a situação, o gestor do time americanense, Ricardo Molina, atendeu a um pedido do treinador Antônio Carlos Vendramini e decidiu não liberar suas jogadoras para amistosos ou jogos oficiais do Brasil na preparação para o Rio 2016. 

"Enquanto não houver representantes do basquete feminino na CBB cuidando do feminino e com autonomia, nossa equipe se reserva ao direito de não mais ceder atletas para a instituição CBB. Seja amistoso ou jogo oficial. Decisão tomada!", anunciou Molina, por meio de seu perfil no Facebook. "Chegou a hora do basta. Não foi por falta de diálogo, paciência e muita espera. Que seja agora ou nunca. Que seja pela recuperação da credibilidade e respeito a todos que trabalham pelo basquete feminino", completou. 

Se o boicote se mantiver até as Olimpíadas, o Brasil poderá buscar uma medalha no Rio de Janeiro desfalcado por peças como a ala Izabella Sangalli e as pivôs Clarissa dos Santos e Damiris do Amaral, destaques do time de Americana e frequentemente presentes nas últimas convocações da seleção. 

A reportagem do LIBERAL procurou a CBB, por meio de sua assessoria de imprensa, para ter seu um posicionamento sobre a situação, mas a entidade não se pronunciou até as 20 horas de ontem.


Texto: Renato Piovesan(Jornal O Liberal)
Foto: João Carlos Nascimento(Jornal O Liberal)